sábado, 2 de junho de 2012

Motivación: Características


El ser humano constantemente cuestiona el propósito de la vida. A partir de esto cuestionamiento, se busca la felicidad como la respuesta para llenar nuestras necesidades. En esta búsqueda, hay dos aspectos centrales: la procura por el fin del desplacer y la experiencia del propio placer. En ambos los aspectos se puede apuntar la motivación como parte esencial para el éxito o no de esta búsqueda.
¿Pero que es motivación?  Según Robbins (2005) es el proceso responsable por la intensidad, dirección y persistencia de los esfuerzos realizados por una persona con el objetivo de lograr algún determinado reto. El término “motivación” posee su origen en la palabra motivu, del latín, que significa aquello que se mueve o lo que puede hacer mover (PEREIRA & FÁVERO, 2008). Está directamente relacionada a alguna acción que pose un origen en un objetivo o necesidad, haciendo que nos movamos hacia algo.
Así siendo, se puede afirmar que el determinante de la motivación es en última instancia interno. Sin embargo, es correcto afirmar que podemos nos motivar, por factores externos, por ejemplo: en el trabajo podemos nos motivar por medio de un bueno relacionamiento, de una buena organización para trabajar, de una buena remuneración, etc. Estos factores estimulan la motivación, pero para satisfacer una necesidad nuestra. Aun, usted puede pensar: trabajo con la finalidad de sustentar mi familia, pero para usted, según sus valores es importante hacerlo (mismo que el destino de su acción sea externo, su causa es interna).
En el mundo laboral, la motivación (no por si misma) es un aspecto importante en la exploración de buenos resultados en su trabajo, propiciando mayor calidad en las actividades (PEREIRA & FÁVERO, 2008). Es una aliada a la satisfacción que por su vez es el objetivo de la motivación, siendo un estímulo para trabajar fuertemente.
Para saber más: “Pirámide de Maslow” à contempla un estudio de la motivación embasado en el mapeamiento de las necesidades humanas. Vide en http://s.wordpress.com/imgpress?fit=1000,1000&url=http%3A%2F%2Fadministracaoesucesso.files.wordpress.com%2F2010%2F12%2Fimagem2.jpg

Referências:
PEREIRA, M.C.A.; FÁVERO, N.A motivação no trabalho da equipe de enfermagem. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v.9, n.4, p.7-12 2001.
ROBBINS, S. P. Comportamento Organizacional 11 ed. São Paulo: Pearson, 2005.

domingo, 20 de maio de 2012

Trabajo y salud: factores a considerar


El trabajo es un factor constante en la historia de la humanidad. Sin embargo, las relaciones de trabajo comenzaron a ser más estudiadas y consideradas a partir de la revolución industrial inglesa en el siglo XIX.
El foco en la salud laboral es muy reciente comparado a los siglos de negligencia a la salud del trabajador. Innúmeras personas durante mucho tiempo sufrieron para que se llegase a tener la salud como un derecho del trabajador, muchos movimientos sociales ocurrieron y aún ocurren en el sentido de promover la salud laboral. En relación a esto, en termos generales, la salud del trabajador ha tenido algunos avanzos con relación a leyes laborales y derechos del trabajador en los siglos XX y XXI.  Sin embargo, a pesar de estas leyes y normas que procuran garantizar la salud laboral, hay mucho que hacer para la promoción de la calidad de vida laboral.
Actualmente, el trabajo es abordado como un proceso complejo y multidimensional, considerando su articulación con la dinámica de la sociedad y como objeto de diferentes representaciones, representaciones estas que llegan a estar asociadas con la identidad del trabajador. Los estudios sobre la salud en el trabajo tienen que considerar que no solamente las relaciones de trabajo y el propio trabajo cambiaron, pero hasta las formas de enfermar cambiaron.
Por otro lado, cuanto mayor la presencia de los factores positivos (buena cultura y clima organizacional, sistema de remuneración, políticas salutogénicas, etc.) en el trabajo objetivando la mejora de la calidad de vida laboral, mayor serán los beneficios para los trabajadores (bienestar, auto eficacia) y, consecuentemente, el incremento de un efecto positivo en los servicios prestados, esto es mejoría en el desempeño, calidad y productividad, beneficiando tanto la empresa (con la disminución del absentismo, accidentes de trabajo, entre otros) cuanto a los trabajadores y los usuarios de los servicios…

terça-feira, 15 de maio de 2012

Autoconhecimento

Considerações Gerais....

Obviamente, se formos analisar o termo, simploriamente, podemos definir autoconhecimento como o conhecimento de si mesmo.

A importância do autoconhecimento já é percebida a milhares de anos pela humanidade, a expressão “Conhece-te a ti mesmo” oriunda da antiga Grécia comprova o fato. O autoconhecimento pode ser definido como a identificação das contingencias para as quais nossos comportamentos são função (o porquê de nossas ações).

O autoconhecimento é um processo que se faz necessário prestar a atenção durante toda a vida, e tem um valor especial para o próprio indivíduo. Uma pessoa que se tornou "consciente" de si mesma, é capaz de perceber seus comportamentos e atuar sobre suas consequências.

É uma avaliação importante até mesmo para perceber se os nossos comportamentos estão de acordo com nos mesmos ou de acordo com necessidades impostas pelo meio. Se tomamos escolhas que estejam de acordo com nossos reais valores e interesses, a probabilidade de que nos frustremos, mesmo diante do erro, é muito menor. De todas as formas, você se conhece? Você é o mesmo que imagina ser? Qual é o ideal e qual é o real, valores, virtudes defeitos...
De todas as formas o ponto positivo e o negativo (ao mesmo tempo) é que só você pode saber....




terça-feira, 1 de maio de 2012

Ciclos

Os ciclos, ex.:conjunto de fatores e contingencias de durante um determinado processo por exemplo, têm um tempo mínimo e/ou máximo,estável e/ou variável, específico e/ou não ente o Início e o Fim. Assim como um estado de latência entre S’-R’-K‘ no início, no fim e no entre...

terça-feira, 27 de março de 2012

Trabalho-Educação e Resiliência

A complexidade e mudanças são crescentes na sociedade moderna e os desafios a aqueles que trabalham nas organizações a adaptarem-se as novas contingencias e a manterem-se saudáveis é contínuo. Isto compreendendo saúde não como algo abstrato, ou apenas uma palavra, mas sim como estado de bem estar físico, mental e social, não como a mera ausência de doenças. Neste contexto, o estudo da resiliência ganha relevância tanto no que se refere a aspectos positivos quanto negativos referentes à saúde do trabalhador e também das organizações.

As instituições de ensino, processo pedagógico e professores não fogem deste cenário. A educação é fundamental em qualquer sistema social e a transmissão e produção de conhecimentos tem de ser contextualizada para atender as cinéticas demandas sociais, onde as mudanças são cada vez mais rápidas nas mais diversas áreas (saúde, comunicação, tecnologia, etc.). Quanto aos professores, o desenvolvimento da resiliência tem sua importância, pois os profissionais resilientes encontrarão meios mais eficazes de atingir seus objetivos e desenvolver-se profissionalmente, ativando recursos pessoais e ambientais que atenuam os efeitos negativos. Envolve-se não somente o controle sobre uma determinada situação, mas também um vetor para que o indivíduo lute por novos resultados. Trata-se de um processo contraditório que implica em uma adaptação positiva frente a uma adversidade.

Somente nos últimos anos, o conceito de resiliência ganhou maior relevância, mas o interesse pelo termo é mais antigo. A resiliência é um constructo com características muito generalistas o que deixa a desejar quando se necessita de uma maior especificidade para seu entendimento, deve ser analisada e adaptada a cada contexto. Por outro lado, esta característica também pode ser vista como uma qualidade uma vez que pode ser “importada” para diferentes áreas.

É inegável que o desenvolvimento de um repertório resiliente irá custar mais esforço, do que permanecer na inércia de uma atuação profissional. Entretanto, os benefícios oriundos pelas conseqüências deste novo atuar também podem ser.

Texto baseado na mesa redonda apresentada no X Congresso Nacional de Educação 2011

domingo, 25 de março de 2012

Como pode ser o partidarismo um fator que interfere diretamente nas pastas ministeriais?

Como pode ser o partidarismo um fator que interfere diretamente nas pastas ministeriais? O governo e seus inúmeros órgãos, anexos, apêndices, próteses, implantes...trabalha para o povo ou trabalha para si mesmo? Um ministro representa seu partido quando na verdade deveria representar o interesse de uma maioria, pelo menos isso que a democracia prega. Tudo em nome da “governabilidade”...um pequeno brain storm: Assessores, aumentos salariais, 14º salários, até mesmo 15º, cargos comissionados, ano de eleição, licitações, imunidade, etc., etc., etc...

O que dificulta a compreensão em termos de políticas públicas é quando pessoas altamente intelectualizadas e influentes em cargos socialmente estratégicos não dão o devido valor e consideração que suas respectivas posições exigem retroalimentando um sistema de jogos de ego (e no fundo de mesquinhez), onde o interesse/necessidade da população muitas vezes somente é atendido por conveniências situacionais.

Acredito que em nível nacional existem muitas barreiras a serem quebradas para um desenvolvimento socioeconômico, o que machuca é saber que muitas delas poderiam ter sido rompidas não por esquematizados planos complexos de políticas públicas, mas sim por questões de caráter e serviço dos princípios preconizados por cargos governamentais, seja em nível municipal, estadual e federal....

A intenção não é somente apontar as falhas, mesmo porque em termos de sociedade-identidade acredito que estamos em ascensão e as oportunidades em nível sistêmico estão de fato surgindo. Concomitantemente: até que ponto de fato a competência técnica é suficiente para o sucesso profissional? Até que ponto o sucesso profissional depende de competências técnicas? Até que ponto os políticos representam o interesse do povo? Até que ponto a justiça é igual? E principalmente até que ponto a lei está a serviço da justiça?

sábado, 17 de março de 2012

Novidade

http://www.youtube.com/watch?v=KuBtq00-znY&feature=youtu.be

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Greves: sim, não? Os pilares da sociedade estão sendo mais exigidos, gerando rachaduras pela maior pressão que têm que aguentar.

Como pesquisador da área do trabalho, acredito que sejam importantes as reivindicações por melhorias laborais, inclusive greves. Geralmente as paralisações são a única forma de realmente chamar a atenção para algum fato.

Contudo, em serviços básicos como saúde, educação e segurança é inadmissível ocorrer paradas que comprometam os serviços prestados pelas respectivas categorias. As greves têm potencial para serem funcionais, contudo geram inúmeras consequências; assim que devem ser procurados todos os meios possíveis para evita-las e em último caso utilizar este recurso. Até porque certo ou errado, os profissionais que ingressam em um determinado cargo sabem (ou deveriam saber) em qual ambiente e condições estão se “metendo”. Ainda, mesmo que em nível consciente ou inconsciente, uma greve reforça outra.

De forma alguma seria contra manifestações por melhorias de condições de trabalho (mesmo porque com índice pleno de emprego em Curitiba a exigência cresce), inclusive sou a favor da valorização dos profissionais de serviços básicos da sociedade (profissionais da saúde, meio ambiente, policiais, professores, etc.) assim como reajustes salariais anuais de acordo com a inflação e crescimento econômico. A atual situação de constantes paralisações está concomitante (e quem sabe consequente) a uma ascensão econômica nacional de milhões de pessoas no Brasil, porém com grandes lacunas de reajuste para setores chave socialmente. Enquanto milhões de pessoas ganham um pouco a mais e outros tanto não são punidos por crimes, os pilares da sociedade estão sendo mais exigidos gerando rachaduras pela maior pressão que têm que aguentar.

Todavia as greves não podem se tornar algo pejorativo nem a primeira opção para se alcançar determinadas melhorias e sim a última....

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Entropia X Harmonia

Parece haver um nível de equilíbrio e adaptação, vide princípio da habituação /
adaptação, tanto na Entropia quanto na Harmonia.

Isto em níveis individuais (intra), coletivo e natural; como uma variável constante. Ainda, quanto mais sólido, menor entropia e a volatilidade e vice versa.

Deixando-se claro que isto não justifica a ordem, obviamente tampouco a desordem!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Água....

A água é tão importante que é a maior parte constitutiva de nosso corpo durante a maioria da vida e está presente até mesmo no ar que respiramos......

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Insconstante Ordem

Em um por do sol, mesmo que a cada segundo que passe a cor vista seja diferente: há uma gama total de cores emitidas (como se fossem as manifestações dos arquétipos) onde a unicidade do todo oscila em si mesma.
Um mesmo fenômeno, dependendo da aproximação (ponto de vista), pode ter diferentes aparências. Imagine uma volta 360 º em torno da Terra, diferentes manifestações de uma mesma coisa.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Insustentabilidade de Recursos Naturais é consequências de Insustentabilidade de Sistema Econômico / Político

O desafio de instituições como a ONU por exemplo é muito difícil... O capitalismo, sistema político/econômico que foi antecedido pelo feudalismo e escravatura, tem uma premissa em processos básicos que são degenerativas. Isto, uma vez que propicia um sistema economicamente insustentável em termos de longo prazo. O desenvolvimento do sistemas de serviços, industriais, agrícolas, etc. tem um limite que não é respeitado há muitos anos. As matérias primas e o consumo estão em um ritmo que, se continuar irá esgotar os recursos rapidamente. Isto é mais difícil de ser controlado em um mundo cada vez mais tecnológico, comunicativo e
globalizado.
Difícil missão do equilíbrio das novas conjunturas econômicas mundiais onde há um processo recente e crescente de modificação da ordem social estimulada por modificações de conjunturas
econômicas como os BRICS, além dos aspectos negativos como por exemplo o abalo da economia da união europeia enquanto grupo, o PIB quase insustentável de praticamente U$15 trilhões dos EUA que apenas para manter-se sem recessão e não causar desastre tem-se que consumir muito, produzir e manter muitos fatores que são cada vez mais inviáveis.
A comunicação entre estados Américo-europeus, africanos, mundo árabe, asiáticos e etc. É muito necessário adaptar um modus operandi e equilibrar a vida crescentemente urgente, para isto, muitas variáveis são envolvidas: econômicas, político diplomáticas, históricas, culturais, sociais, situacionais, etc. Desafio muito grande... e quando a água vai subindo as estratégias vão se tornando mais tênues cruas e perigosas....

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Ainda sobre a mudança....

Para toda e qualquer transfiguração, o tempo é condição necessária, mas não
suficiente!

Físico X Psicológico

Com o passar do tempo, as condições físicas e biológicas tendem a ir progressivamente atrofiando (por exemplo: músculos, plasticidade cerebral). Com o psicológico a tendência é similar. Assim que o exercício (feito de maneira adequada as contingências pessoais e situacionais) se faz necessário para retardar este processo, e promover a saúde.
Ainda, quanto mais sólido, menor entropia e a volatilidade e vice versa.

Igualdade ≠ Justiça

A igualdade nem sempre é justa e a justiça nem sempre é igual....