domingo, 23 de outubro de 2011
Uma retórica conclusiva: nada vem do nada....
domingo, 16 de outubro de 2011
Partida e Chegada!..... e o percurso?
São os processos que direcionam, costuram e principlamente significam as bases e os destinos de acordo com o direcionamento (ótica) dado, as contingências situacionais (individuais, sociais, etc.) e a junção destes dois fatores na transmissão do produto.
Tendo isso em consideração não me preocupo mais com o resultado, nem com a origem do que me preocupo em como se chegou, porque uma única constante enquanto escrevo e enquanto você lê é a continuidade do círculo, independentemente de nosso consentimento..... Quanto mais rápido desenvolver e aprimorar este senso (que é treinável), mais acurado será o discernimento.
Daí a importância de se saber onde está!!! (Importante saber a origem e o destino e isso pode se tornar algo, mas disso já é dado o seu devido valor).
O determinismo existe por relações dialéticas, como visto, independentemente de nossa capacidade de observação, análise e intervenção, para isso valem-se algumas retóricas conclusivas (que dependendo do processo podem ter maior ou menor significantes):
-nada vem do nada;
-um passo a frente e você não está mais no mesmo lugar;
-as coisas são o que são.
Frases simples em raciocínios mais complexos valem a intenção de lembrar o que você JÁ SABE!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Ainda sobre planejamento...
Obs.: obviamente, quando o objetivo planejado é previamente aprendido por experiência (dentro da analise do comportamento o tipo de aprendizagem mais intenso e persistente é o intermitente,mais resistente a extinção; e a aprendizagem por experiência), se têm informações valiosas que ajudam na formulação do planejamento por própria experiência.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Planejamento, considerações gerais
No planejamento é necessário contemplar o que é essencial e não pode faltar durante a execução assim como considerar a flexibilidade no caso de haver imprevistos para que o mesmo venha a ajudar a estabelecer as diretrizes de atuação.
É importante ter flexibilidade para imprevistos decorrentes de contingências inesperadas. Planejamento pode ajudar em estabelecer diretrizes de atuação, de acordo com a determinação de Objetivos.
Importante contemplar o conteúdo básico para um referencial mais direto.
Eduardo Seino
Lauro Bernardo
Julio Cesar
Pedro G. B. Machado
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Aumento do Tráfego Aéreo
Na Europa há alguns anos, houve um rápido crescimento no tráfego aéreo no já bem ocupado espaço aéreo Europeu (o mais utilizado do mundo em número de vôos). Em convergência com este contexto, há um movimento recente e crescente sobre o volume de vôos e passageiros no Brasil, média de mais de 10% de aumento por ano.
O preço das passagens está diminuindo em muitos casos, mais pessoas estão tendo poder aquisitivo para viajar de avião, maior número de empresas na área, entre outros fatores que interferem neste processo.
Os fatores que mais me preocupam nesta significativa mudança são: o próprio crescimento do volume de passageiros e vôos, manutenção das aeronaves, urbanismo ordenado com aeroportos, estruturas e planificação de carreiras funcionais.
sábado, 10 de setembro de 2011
Trabalhar com outras pessoas ou em Grupo
Avaliar a própria conduta, comportamentos e percepções, frente aos outros é o primeiro passo para haver coesão nas relações grupais. Em alguns, não poucos, casos no trabalho a competência interpessoal é tão importante quanto a competência técnica para se atingir objetivos. As diferenças interpessoais são decorrentes de aspectos bio-psico-sociais (sócio-culturais, emocionais, de personalidade...).
A competência interpessoal é a habilidade de lidar eficazmente com relações de acordo com: percepção acurada da situação interpessoal, habilidade de resolver problemas sem regressões e fazer as pessoas envolvidas trabalharem juntas.
É importante ressaltar que em grupos, a probabilidade de discordâncias são significativas, porém, discordância e conflito não é a mesma coisa. Os integrantes de uma organização podem ter pontos de vista diferentes e não afetar a organização, mas quando há conflito, reflete-se em conseqüências negativas.
Planejar situações de grupo não impede que haja distorções e interpretações errôneas nos relacionamentos interpessoais, porém diminui a probabilidade de ocorrência, tornando objetivos claros.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Diferença entre 0 e 1
Por isso que em uma progressão linear, a maior diferença é entre o 0 e o 1 (do que do 2 para o 3 e assim por diante). Contudo, ao mesmo tempo, a diferença entre 0 e 1 pode ser infinita e não chegar nem a ocorrer.
domingo, 21 de agosto de 2011
Saúde e trabalho: características
A atividade laboral tem grande importância e é inerente à vida das pessoas independentemente de qual é a época, cultura ou local analisados. Contudo, as relações de trabalho e do trabalhador são cinéticas.
A própria modernidade tornou mais permeável as fronteiras entre a vida profissional e pessoal. Com isto, a representação do trabalho e suas implicações deve sempre ser revista, analisada e contextualizada. Ainda, o labor por sua vez não pode ser dissociado da saúde, já que a saúde também é compreendida como um reflexo das condições de trabalho e da vida em geral. As condições e relações de trabalho afetam tanto o estado físico quanto psíquico das pessoas.
Como as formas e características do trabalho e do trabalhador mudaram, é necessária a compreensão destas mudanças, e suas consequências na saúde laboral. Isto tanto no que se refere a aspectos negativos (exemplo síndrome de burnout) como os positivos (que é o caso do work engagement). Sendo assim, se tem a responsabilidade do próprio individuo como condição fundamental para administrar sua carreira profissional e pessoal frente às novas contingências e condições econômicas, sociais, culturais, tecnológicas e políticas.
Tudo isso com a finalidade de manter o trabalhador saudável, promovendo os aspectos positivos e melhorando os negativos tanto no próprio trabalho, como fora dele. Nesse contexto entendem-se saúde como “estado de bem estar total que inclui o bem estar físico, mental e social, e não como a mera ausência de e doenças ou transtornos” definição esta fornecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS, 1946, p.1). Ou seja, saúde não é um estado estável, podendo mudar constantemente, mas um objetivo a ser buscado.
As organizações devem entender a saúde como um valor estratégico, pois incrementar os recursos laborais previne riscos psicossociais e amplifica a qualidade do trabalho. É mais rentável para uma organização a inversão em melhora do bem estar e no desenvolvimento dos profissionais (programas de qualidade de vida, cursos de aperfeiçoamento...), do que enfrentar os problemas evitáveis.
Algumas das estratégias e fatores para o incremento da qualidade de vida laboral são: constante diálogo e reflexão com a situação, autoconhecimento (saber os próprios limites e potenciais), constante aperfeiçoamento profissional e acadêmico, flexibilidade para lidar com as mais distintas situações do ambiente laboral (sejam, técnicas, relacionais, institucionais, etc.), adaptação frente às demandas cambiantes em situação de trabalho para lidar mais funcionalmente com os estressores provenientes do trabalho, apoio social (família e/ou colegas e/ou amigos), prática de um hobby, autodeterminação e autonomia.
De uma forma geral, estas estratégias devem considerar a capacidade de resposta, a especificidade situacional, o contexto ambiental e os critérios de resultados que se utilizam e se esperam. É importante saber eleger a estratégia mais adequada para cada circunstancia concreta, isto implica em ter flexibilidade cognitiva como para mudar, adaptar e enfrentar as estratégias quando necessário for. Como enfrentamento, entenda-se o conjunto de respostas utilizadas para resolver situações problemáticas e reduzir as tensões que geradas no contexto laboral. De acordo com as estratégias supracitadas, o enfrentamento pode ser adaptativo ou não.
Como visto, as relações laborais são distintas de outras épocas. Estas mudanças exigem a mobilização dos indivíduos e das organizações para a adaptação a estas novas realidades laborais caracterizadas, além de outros fatores, pelo crescimento do setor de serviços e da tecnologia no trabalho.
sábado, 13 de agosto de 2011
Thanks US
I only have more access in Brazil, Spain and Germany; however, I didn´t expect that support from US. I´ll try to insert a translator as soon as possible, so it´s easier for you to read, since not everybody speaks Portuguese...
"Tomar consciência" é um exercício
O movimento natural da mente é “inconsciente”/ indiscriminado e parcial (há uma avaliação, mas pré-consciente). O “tomar consciência” é um exercício, ou seja, identificar as contingências, antecedentes, conseqüentes e funções de cada situação (sejam estes internos ou externos). Há pessoas que têm este processo mais desenvolvido do que outras, não garante o êxito desejado, porém aumenta a probabilidade.
18 anos: Maioridade
Mas o que mais me surpreende, alem da maior longevidade, é o fato de que o desenvolvimento físico e intelectual está nitidamente cada vez mais precocemente avançado e as legislações ainda não acompanharam este movimento e reduziram a maioridade de 18 para uma idade inferior (16 anos por exemplo).
Um exemplo estereotipado para ilustrar mais claramente meu ponto de vista: Há pouco tempo uma menina de 15 anos brincava com amigas, tinha bonecas, etc. Atualmente, muitas meninas de 15 anos já trabalham, saem na noite, etc.
Outro exemplo, um de meus trabalhos é com pessoas dependentes químicas, principalmente com adolescentes entre 14 a 17 anos. São sujeitos que estão em tratamento de regime fechado (24h) para se tratarem. Em muitos casos, estes menores demonstram discernimento de certo e errado e consciência social, porém nem sempre usam esta inteligência para um bem social e acabam se apoiando no fato de serem menores de idade para se proteger de punições maiores por atos de infração (mas de FATO demonstram capacidade cognitiva para tal).
Especificamente quanto aos delitos dos próprios adolescentes, já é um fato negativo, a situação se agrava ainda mais quando estes são usados por traficantes e bandidos como massa de manobra para os "maiores" se protegerem....
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
TheBalance and Habituation principle: self regulations, the physical and psychological systems.
Like the habituation (descrived below), there is a pulsion, a force in direction of the natural equilibrium (of different systems), between the stability in face of instability and the opposite, being a dialetic relation (whenever closer to the extremes of opposite poles, grater the gravity to the center, to the nucleus , for an example: the greatness and smallness of life itself).
It seems it needs to exist a “equilibrium” that guide us even though we don’t understand it’s real meaning; a pulse that we don’t fully understand but acts and has a regulatory functional that have the equilibrium as reference.
1.2) Habituation
This principle is analogue to the concept of homeostasis. There so, it’s a global tendency, a direction and not a “reality”. When a new contingency causes effect, rather if it is coercive or positively reinforced, there is naturally a period of adaptation; that in a smaller or longer time, tend to a stabilized adaptation (it is a constant and direction and by the same time a guide line, a north and not a reality).
For an example: to win a lotto x felicity (with the action of time, the high magnitude of felicity tends to get smaller in direction of baseline).
The opposite can be also possible and concomitant. It depends on time answer, magnitude of the stimuli and biopsychosocials contingencies . Because of that, ephemeral events tends to a super high or low cognitive evaluations. This though can also be correlated to the “aggregate value”. A determinate resource in an environment where the same resource lacks, tends to aggregate more value that the same resource in an environment where it is abundant, independently in what resource we are putting in analyses.
A classical example: a glass of water in the desert tends to be more valuable (by the own contingencies) than a glass of water with the same amount of liquid in a natural water resource.
There is an adaptively capacity in direction of habituation of contingencies within the passing of life, no matter if it is “good or bad”.
That is on only processed when a determinate contingency has a magnitude so strong that immediately exercises its influence in adaptation (traumas, accidents, etc.) but in a generic way it is a pattern.
1.3) Cognitive/Psychic Relativity
In the same direction of these principles (Habituation and Equilibrium), exists a relativity of the perception of these factors.
The higher quantity of something – smaller the aggregate value
The smaller quantity of something – bigger the aggregate value
(examples: food, economy)
Once again the opposite also can be true, one do not exclude the other, they can be complementary.
The higher quantity of something – bigger development
The smaller quantity of something – smaller development
(examples: faith, knowledge...)
Let’s take a look to one practical analyses fact:
Situation 1) a determinate person goes out to work in the “rush hour” (He already knows about the high traffic level found in this context), pick up one of the available lines of a determinate avenue and it flows faster than the other ones and he gets at his job earlier than usual 30’.
Situation 2) the same person at the same trajectory, gets out of home in a light traffic time. In the avenue, he founds an accident that do not allow to move on during sometime and makes the person get later than expected, he arrives in 30’.
In the first situation the person tends to get happier than the second one, no matter the quantitative time was identical, but not the contingencies and inclusive the interpretation of them.
1.2) Habituation
When a new contingency causes effect, rather if it is coercive or positively reinforced, there is naturally a period of adaptation; that in a smaller or longer time, tend to a stabilized daptation (it is a constant and direction and by the same time a guide line, a north and not a reality).
For an example: to win a lotto x felicity
The opposite can be also possible and concomitant. It depends on time answer, magnitude of the stimuli and biopsychosocials contingencies . Because of that, ephemeral events tends to a super high or low cognitive evaluations. This though can also be correlated to the “aggregate value”. A determinate resource in an environment where the same resource lacks, tends to aggregate more value that the same resource in an environment where it is abundant, independently in what resource we are putting in analyses.
A classical example: a glass of water in the desert tends to be more valuable (by the own contingencies) than a glass of water with the same amount of liquid in a natural water resource.
There is an adaptively capacity in direction of habituation of contingencies within the passing of life, no matter if it is “good or bad”.
That is on only processed when a determinate contingency has a magnitude so strong that immediately exercises its influence in adaptation (traumas, accidents, etc.) but in a generic way it is a pattern.
Conclusion
It is not the phenomenon itself that influence in perception, but his (their) relation(s) in face of situational contingencies.
Like the relativity notion of time, the is a psychological interpretation of cognitive and physical relativity interpretation notion, these tendencies are timeless and archetypal, no matter the culture and localization.
Part II
2.1)
Categorizations
We categorize facts in order to facilitate the comprehension, didactic and communication. The phenomena itself is not relative, “they are what they are”, but it doesn’t get a practical signification. Categorizations should be functional in the didactic way; the important thing it is not to focus on the “label” but its functions in related to it’s contingencies.
The name of a phenomenon is merely didactical simbologisms; independently, “they, still, are what they are”.
Some determinate factor for being “true” doesn’t mean that it is functional. The optics and the attributions are, a very same phenomenon can be communicated differently and have different consequences (the method depends on the objective). In objective terms, independently of values judgments (despite the fact that must count to). A “true” in a wrong moment or miss expressed can be more dysfunctional than an “adequate” lie (functional)
como visto, os fenômenos são o que são.
As óticas e as atribuições é que são,
2.2)
Behavior
The behavior is held or excluded by its adaptation/evolution. The functionality of behavior it is not by itself determinant to this process. There is also the cognitive interpretation (by the singular historical of a individual, by related contingencies, and phylo and onthogenical aspects, and on...). One thing is when a determinate behavior is functional to someone, the other is to be adaptative (like saw during this text) and the other is the respective point of view/interpretation.
2.3)
“Trues” and Beliefs
The reality is a parameter, the “truth” is not so determinant in the maintenance/ extinction/ elaboration of facts. The beliefs of someone/some people are more relevant and determinant than the “objective true”. Like time (Relativity Theory), the “wright” or “wrong” in holistic and global terms, are perspectives interpretated through perception and facts.
That justify the importance to know where we are “stepping”. Knowing the beliefs and mainly considerating them, gives important artifacts to arrive the desired goal.
Beliefs are important motivators and referential to reach a goal (besides, when the objectives are clear, the choice of the method is easier). The more consistent with the context/situation, higher will be the probability of achieve the intention.
A basic example of contextualization to situate the lector: beliefs that are reinforced in one way or another (the reinforce depends too on the context/history/interpretation) tends to maintain, stabilize and those which are not, no. Charles Darwin knew that more than 100 years ago.
Conclusion
Epiphanies can be reached in either, deductive or inductive ways depending on the phenomenon, start point, reach point and approach. Anyway, both in ultimate analysis converge to a common point. In practical and actual terms, in the “information era” the problem is at the epistemology of learning, didactic and organization of knowledge and not in the knowledge itself.
sábado, 30 de julho de 2011
Imensurável
O espaço entre um átomo e outro
A entre-série...
O tempo entre expirar e inspirar
O espaço que existe e não se consegue ver
O vão do infinito
O limite da verdade e a ilusão
O momento antes passar a ação
Um sentimento que transcende a percepção
Aonde começa o respeito de um e termina o de outro.
Eu ainda não acredito como cheguei até aqui, não por outros, mas por mim.......
....e até que descubra, se descobrir, vou marchar até onde conseguir
Porque o que sou não é o que sei e sim...
o que fiz, o que faço e o que farei...........
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Direcionamentos para o tratamento de dependência química
1) Saúde se constrói, não é mágica: saúde se cria e se cultiva com comportamentos e pensamentos saudáveis.
2) Manter-se de pé é um desafio contínuo. Ventos e tempestades virão, aquele que construir sua morada na areia não sustentará, porém quem tiver morada construída sobre pedra permanecerá.
3) A recuperação de cada um é proporcional ao investimento que cada um deposita em seu tratamento (é uma das poucas coisas na vida que é de fato “justa”).
4) Regar a semente ; Escrever em uma agenda. Regar a semente (recuperação) um pouco e todo dia. Nem muito, pois encharca, nem pouco porque seca; equilíbrio, constância e tempo. Agregar valor, significado, conteúdo a uma folha em branco.
5) Ninguém pode voltar atrás a fazer um novo começo, mas todos podem mudar o presente e fazer um novo fim (C.X.).
6) Ser um bom egoísta: mais fácil recair tentando salvar alguém do que este alguém ser salvo. Melhorar para mim não para os outros, estes por conseqüência de minha melhora.
7) Tempo ao tempo. Para uma mudança ser sólida, tem de ser construída em pilares sólidos, exercitada e sofrer ação do tempo (que é o senhor das coisas). Cada individuo constrói seu próprio tratamento. As comunidades são ferramentas, mas cabe a cada um utilizá-las da melhor forma.
8) A droga já existia antes de nascermos e continuará a existir depois que morrermos, cabe a decisão interna de viver no mundo sem usar droga.
9) O certo é certo na guerra ou na paz. “Daí a césar o que é de césar e a Deus o que é de Deus”. É difícil o caminho, mas é simples: você sabe quando acerta e erra nas suas escolhas....
10) A quem mais será dado, mais será cobrado. Aproveitar as oportunidades.
11) Cada cabeça uma sentença. Um erro não justifica o outro. Cada pessoa tem seus próprios parâmetros e realidades. Cada um tem sua própria responsabilidade sobre sua própria vivência.
Entropia
sábado, 23 de julho de 2011
Novos Hábitos/ Aquisição de comportamento
Se tomarmos uma crescente constante;
Por exemplo, uma Progressão Aritmética de razão 1 (0, 1, 2, 3, 4). A maior diferença está entre o 0 e 1.
Esta primeira diferença é a maior que todas as outras proporcionalmente.
A diferença de 0 para 1 (começo de algo) é maior do que de 1 para 2 (100%) , de 2 para 3 (50%), de 3 para 4 (25%) e assim sucessivamente, com diferenças significativas progressivamente menores.
Este raciocínio pode ser transferido para o principio de inércia em um corpo “parado”. É necessário maior esforço (energia) para começar a mover um corpo, depois que ele estiver embalado, a energia necessária para manter-lo é menor, pois já estará em movimento.
Ou seja, quando se consegue instalar um novo comportamento por um periodo e intensidade ao ponto de automatizar-lo (realizar "naturalmente"), sua manutenção é fácil
Ainda, este raciocínio pode ser realizado na aquisição de um determinado comportamento.
Exemplo: começar a fazer esporte; no começo pode ser até mais difícil, mas uma vez começado e mantido, a dificuldade em manter-lo quando já instalado é menor (não que não exista), contudo o avanço de desempenho, quanto mais excelente, menos "nítido".
Esta analogia pode ser válida para estimular uma determinada aquisição de comportamento.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Princípio do Equilíbrio e Habituação: auto regulações de sistemas físicos e psicológicos - Parte I
Quando uma nova contingência entra em ação, seja coercitiva ou positivamente reforçadora, há naturalmente um período de adaptação; que em maior ou menor tempo, TENDE (ou seja, é uma direção constante e ao mesmo tempo um norteador não uma realidade) à “estabilidade” adaptativa.
Por exemplo: ganhar na loteria X felicidade (Vide Gráfico do princípio da Habituação).

O oposto também, pode ser verdadeiro. Depende do tempo de resposta, magnitude do estímulo e contingências biopsicosociais. Por isso que fatos efêmeros tendem a super ou infra valoração.
Este raciocínio pode ser correlacionado com o valor agregado. Um determinado recurso em um ambiente onde o mesmo recurso é escasso tende a possuir maior valor do que o mesmo recurso em um ambiente no qual é abundante, isto, INDEPENDENTEMENTE do recurso.
Exemplo clássico, um copo da água no deserto tende a ser mais valioso (pelas próprias contingências) do que um copo da água com a mesma quantidade em um local vizinho de uma fonte contínua e natural.
Ou seja, há uma capacidade adaptativa para a habituação das contingências no passar do tempo na vida; independentemente de ser boa ou ruim.
Isto só não é processado quando uma determinada contingência tem uma magnitude tão forte que exerce imediatamente sua influencia na habituação (traumas, acidentes, etc...), mas como forma genérica é um PADRÃO.
1.2) Princípio do Equilibrio
O princípio supra descrito seria análogo a homeostase. Sendo assim, é uma tendência global, generalista, um norte, um equilíbrio e não uma realidade.
Assim como a habituação, acoplado neste raciocínio há uma tendência ou uma pulsão ao equilíbrio natural de diferentes sistemas entre a estabilidade em meio a instabilidade e vice versa, sendo também uma reação dialética (quanto mais perto de extremos de pólos opostos, maior gravidade ao centro ao núcleo, por exemplo: o fragilidade e a grandeza da vida).
Ou seja, parece que tem que haver um equilíbrio que nos rege mesmo sem compreendermos seu real significado; um impulso que desconhecemos mas que mesmo assim age e tem uma função reguladora que tem como referência o equilíbrio.
1.3) Cognitiva/ Psíquica Relatividade
Juntamente com estes princípios (Equilíbrio e Habituação), há uma relatividade de percepção deste equilíbrio, inteferindo na habituação...
Maior quantidade de algo - Menor valor agregado
Menor quantidade de algo - Maior valor agregado
(exemplos: comida, economia)
O oposto também pode ser verdadeiro sendo que um não exclui o outro e sim podem ser complementares.
Maior quantidade de algo - Maior desenvolvimento
Menor quantidade de algo - Menor desenvolvimento
(exemplos: fé, conhecimento....)
Pela própria relatividade é importante ter pontos de vista positivos (otimistas, não irrealistas) pois estinula processos saudáveis. Isto levando em consideração os fatos objetivos porém não se limitando a eles e buscando um ponto de vista construtivo.
Tomemos uma análise de uma situação prática:
Situação 1) uma pessoa sai da casa para ir ao trabalho na hora do rush (já sabe do alto volume de trânsito encontrado nestas contingências), escolha uma das pistas disponíveis na avenida e em relação as outras pistas, a pista escolhida flui muito mais rapidamente e ele chega em seu trabalho em menor tempo que o de costume, chegou em 30 min.
Situação 2) a mesma pessoa, no mesmo trajeto, sai de casa em um horário que não há movimento na rua. Na avenida encontra um acidente que impede o transito durante alguns momentos e atrasa o sujeito, que chega no trabalho em 30 min.
Na primeira situação a pessoa tende a ficar feliz e na segunda tende a ficar insatisfeita, sendo que quantitativamente o tempo foi o mesmo, mas não as contingências e tão pouco a interpretação delas.
Conclusões
Não são os fenômenos em si que influenciam na percepção, mas sim a relação deles com as contingências situacionais.O uso intencional (“consciente”) dos recursos aproxima-os do efeito desejado.
Assim como há relatividade na noção de relatividade de tempo, há relatividade psicológica na interpretação física e subjetiva (muito ou pouco ; bom ou ruim), sendo estas tendências, atemporais, aculturais e arquetípicas!
É importante realizar uma análise funcional situacional para identificar as contingências que exercem maior efeito sobre o fenômeno analisado, assim se terá maior compreensão do próprio fenômeno e maior direcionamento à ação.
Princípio do Equilíbrio e Habituação: auto regulações e gestões de sistemas físicos e psicológicos - Parte II
Categorizações
Categorizamos fatos para facilitar a comunicação, didática e compreensão. Os fenômenos não são relativos, como visto,"são o que são", mas isto não ganha significado prático. Categorizações devem ser funcionais no sentido didático e prático; o importante não é focar o rótulo, mas suas contingências e funções.
Os nomes dos fenômenos, suas categorizações são meramente simbologismos didáticos; independentemente disto, os fenômenos são o que são. Algum determinado fato por ser "verdade" não quer dizer que seja funcional. As óticas e as atribuições que são, um mesmo fenômeno pode ser comunicado diferentemente e ter diferentes consequências (o método depende dos objetivos). Em termos objetivos e independentemente de juízos de valores (que são contingências que também devem ser levadas em questão). Uma "verdade" em um momento errado ou expressa de forma errada pode ser mais disfuncional que uma mentira adequada (funcional).
2.2)
Comportamento
O próprio “comportamento” é mantido e/ou excluído pela sua capacidade evolutiva/adaptativa. A funcionalidade do mesmo não é por si só determinante para este processo. Há também a interpretação cognitiva (pelo histórico singular de um individuo, por contingências relacionadas, aspectos filo e ontogenéticos e culturais e assim por diante).
Uma coisa é o comportamento ser funcional, a outra é ser adaptativo, a outra é (como vista a cima) a leitura da pessoa do mesmo...
2.3)
“Verdades” e Crenças
A realidade é um parâmetro, a "verdade" em si não é tão determinante na manutenção/extinção/elaboração dos fatos. As crenças de um sujeito/grupo são mais relevantes e determinantes do que a "verdade objetiva" em si. Assim como o tempo (Teoria da Relatividade), o "certo" e o "errado", em termos holísticos e globais, são perspectivas interpretadas através de percepções e de fatos. Por isso a importância de se conhecer os solos pisados. Conhecendo as crenças e principalmente levando-as em consideração, têm-se importantes artefatos para se chegar ao objetivo desejado.
As crenças são importantes fontes motivadoras para se ter referenciais com o intuito de se chegar ao objetivo (além do mais, tendo claro os objetivos facilita-se a escolha do Método), daí a importância delas. Quanto mais condizentes com o contexto/situação encontrada, maior a probabilidade de se chegar ao que se deseja...Apenas um exemplo básico de contextualização para situar o leitor: crenças que sejam reforçadas de uma forma ou de outra (o que é reforço também pode variar de acordo com o contexto/histórico/interpretação) tende a se manter e as que não são reforçadas, não. Isto Darwin já sabia há mais de 100 anos.
Conclusões
Epifanias podem ser alcançadas tanto de formas indutivas quanto dedutivas, dependo do fenômeno, ponto de partida, ponto de chegada e abordagem. De todas as formas, ambas em última instância convergem para um ponto comum. A chave é o auto-conhecimento!!!
Em termos práticos e atuais,na era da informação o problema está na epistemologia de aprendizagem, didática e organização dos conhecimentos e não nos conhecimentos em si.
Símbolos (exemplo: escritas, desenhos, códigos, etc.) ganham significado pela sua atribuição de significantes, aprendizagem prévia e contexto inserido.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Gostar do que faz...
-maior resiliencia a dificuldades
-maior atenção para as oportunidades.
Ainda, quando o nível de atuação se desenvolve e se torna "automatizado" (tamanho domínio e abertura do fenômeno), a atuação se torna mais funcional de acordo com as contingências.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Ensino mais caro é ensino melhor?
Estes serviços devem ser públicos e com qualidade mas cada vez mais há privatizações relacionadas a estes aspectos, comprovando uma deficiência do sistema, senão uma deficiência específica (há serviços púlibicos com qualidade mas geralmente são pontuais e por interesse), uma deficiência sistêmica.
Com relação aos recursos destinados a estes serviços tanto os públicos quanto particulares, a seguir uma relação entre educação de qualidade X custo da educação. Esta relação pode ser analogada também para a área da saúde e da segurança.
Quando há recursos, há uma tendência a uma educação com qualidade. Válido ressaltar que é uma tendência, não uma constante.
Tanto no ensino público quanto no particular (pois ensino público também é pago e muitas vezes caro), nem sempre ter recursos garante qualidade, bom uso e/ou distribuição de recursos (humanos, técnicos, estruturais, financeiros, tecnológicos, etc.).