terça-feira, 28 de junho de 2011

Mapa Conceitual sobre Mapa Conceitual

Esta ferramenta que pode ser aplicada nas mais diversas áreas do conhecimento e possibilitando uma forma de visualização dos mais diferentes métodos e propostas.
Isto tanto em nível acadêmico quanto orgnizacional.

Pode ser uma forma de resumir um determinado conhecimento, assim como de expandir o mesmo.

Mapa Conceitual sobre Mapa Conceitual



*Obs.:Um dos softwares que permite este tipo de produção é o "CMaps" (a presente figura foi elaborada de acordo com materiais apresentados em aula pela Prof. Patrícia Lupion)

Uso da Tecnologia

"Não sou contra tecnologia, mas temo as formas de uso e a dependência dela..."

Aquecimento do ser vivo Terra

Já em 1997 já se falava e "cantava" (vide música no link, 3:20'') ativamente sobre aquecimento global e até hoje não há um acordo internacional eficaz.

Manu Chao
Faixa: Mentira
Album: Clandestino
Ano: 1998
http://letras.terra.com.br/manu-chao/7358/

Aprendizagens - Reforçamentos Proximais (mútuos)

Os tipos de inteligência (de acordo com "inteligências múltiplas" segundo Gardner) e todos os desdobramentos de suas consequências tendem a se associar e se reforçarem (mais ou menos como zona de desenvolvbimento proximal de Lev S. Vygotsky) ex.: inteligência lógico-matemática pode ajudar em outras lógicas para temas práticos e analíticos diversos e adaptativos na vida.


Esta lógica pode ser aplicada para outras áreas (aprender a aprender estimula uma capacidade mais generalista de análise).

sábado, 11 de junho de 2011

Equilíbrio

Parece que tem que haver um equilíbrio que nos rege mesmo sem compreendermos o seu real significado, um impulso que conhecendo ou não, tem uma função reguladora nas mais diversas facetas da vida, que tem como referência ou direção o equilíbrio bio-social-psíquico. É como uma balança que equilibra diferentes medidas ao mesmo tempo, que faz o possível com o que se tem (tanto em termos físicos quanto psicológicos).

domingo, 5 de junho de 2011

Trabalho e Saúde

O trabalho pode ser tanto fonte de realização quanto de sofrimento. Relacionando o mundo do trabalho com a saúde, existem dois processos: um negativo, de deterioro da saúde e um positivo de motivação. De todas as formas, o trabalho não pode ser dissociado da saúde uma vez que a saúde também pode ser compreendida como um reflexo das condições de trabalho e da vida em geral.

As organizações deveriam entender a saúde como um valor estratégico, pois incrementar os recursos laborais previne riscos psicossociais e amplifica a qualidade do trabalho. É mais rentável para uma organização investir no bem-estar laboral e na promoção de recursos laborais, do que negligenciar estas variáveis mesmo porque, usando de um princípio aplicado a milhares de ano no “mundo oriental”, prevenir é melhor do que remediar.

Promovendo a saúde no trabalho, se obtém diversos benefícios como, por exemplo: maior produtividade e qualidade, redução do absenteísmo, maior socialização e adaptação do profissional, assim como melhor relacionamento com colegas e clientes, aumento do compromisso laboral...

sábado, 4 de junho de 2011

O desafio da ciência

As matérias, processos e fenômenos têm inevitavelmente uma relação constante com seus respectivos contextos.
Um copo de água no deserto, tem um valor agregado maior do que o mesmo copo de água em uma fonte.

"O desafio da ciência não está necessariamente ou principalmente nos conhecimentos, mas na adequação de seus avanços de acordo com as contingências vigentes em termos filogenéticos e ambientais."

Pesquisador

O pesquisador é fator fundamental da relevância e do valor de sua pesquisa.
Além do conteúdo estudado, é parte integrante de sua contextualização e significância.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Ciência, Sociedade e Produção do Conhecimento: considerações gerais

Primeiramente é importante contextualizar “Paradigmas”; são norteadores das ações sociais em termos tanto macroscópicos quanto microscópicos, possuem uma função essencial na construção e orientação das produções nas mais diversas áreas do conhecimento. São instituições permeáveis e possíveis de serem moduladas em sua relação com o tempo e a realidade, apesarem de terem limiares de resistência a mudanças.
Fazendo uma breve análise sobre a produção do conhecimento no milênio passado: a ciência, após um período sombrio da idade média caracterizado pela desvalorização do conhecimento científico e sigilo do conhecimento produzido, entre os séculos V e XVI, (as crenças religiosas eram muito presentes no cotidiano desde a cultura, costumes, hábitos até poder político e econômico), teve um grande avanço no período iluminista, na “sociedade do conhecimento” (em torno do século XVII). Avanço esse tão expressivo que as ciências se desenvolveram em inúmeras áreas do conhecimento. Essas áreas foram, na época, funcionalmente segregadas em grandes áreas que exercem influencia na produção e organização do conhecimento até hoje: ciências exatas, humanas, biológicas, etc. Isto como forma de organização e desenvolvimento dos conhecimentos,
Os modelos influenciados pelo paradigma newtoniano-cartesiano, desenvolveram-se muito, mas até um certo limite, sendo essenciais para a produção de conhecimentos nas mais diversas áreas. Contudo, houve uma evolução natural nas abordagens no sentido de compreender os fenômenos de forma mais holística, multi e interdisciplinarmente.
Estas novas abordagens têm alta relevância não só pelas demandas sociais e saturação dos paradigmas tradicionais, mas pelas próprias virtudes de suas propostas.As tendências podem ser vistas na sociedade como um todo (maior estreitamento de comunicação entre os países; tecnologia da informação, questões ecológicas globais, normas e diretrizes técnicas internacionais, políticas públicas e econômicas dentro de um capitalismo e socialismo mais globalizado).
Não seria errôneo afirmar que antigamente houve a revolução agrícola, depois a industrial e mais recentemente a da tecnologia da informação. De todas as formas, independente do paradigma vigente ou das formas de produções científicas, objetiva-se, em termos finais, que o conhecimento esteja a serviço do homem e não vice versa.

Programas Stricto Sensu em Psicologia no Brasil

Levantamento das ofertas de programas de pós-graduação em Psicologia no Brasil.
As ofertas de programas aumentaram significativamente, pois desde o ano de 1998 até 2008, surgiram 33 novas ofertas de programas Stricto Sensu, havendo assim um salto de 28 opções para 60 em apenas uma década.
Com relação às regiões geográficas do Brasil, a distribuição dos programas Sticto Sensu, aparece da seguinte forma: norte com 3,33%, nordeste com 18,35%, centro-oeste com 20%, sudeste 46,66% e sul com 11,66%.
Quanto a titulação, 36 universidades têm programas que disponibilizam Mestrado e Doutorado e 24 programas ofertam apenas Mestrado. Importante ressaltar que as avaliações de programas que somente ofertam Mestrado tende a ser inferior do que as que ofertam Mestrado e Doutorado.
Valido ressaltar que as ofertas de programas de pós graduação Stricto Sensu no Brasil mais que duplicou na ultima década, denotando uma possível verticalização do conhecimento em Psicologia em nosso país.
Pesquisa documental realizada na página da CAPES, Novembro 2008. Texto produzido em Janeiro de 2009. A situação atual pode ser verificada no link:
http://conteudoweb.capes.gov.br/conteudoweb/ProjetoRelacaoCursosServlet?acao=pesquisarIes&codigoArea=70700001&descricaoArea=CI%C3%26%23131%3B%26%23138%3BNCIAS+HUMANAS+&descricaoAreaConhecimento=PSICOLOGIA&descricaoAreaAvaliacao=PSICOLOGIA

sábado, 30 de abril de 2011

Plenária Atuação do Psicólogo

Plenaria do XXIII SEMINÁRIO DE PSICOLOGIA APLICADA - PUC-PR. Limites e Potenciais da Atuação do Psicólogo

sábado, 9 de abril de 2011

Gravidade

Assim como a matéria, pensamentos também têm gravidade. Quanto maior a matéria (força), maior a gravidade.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Evolucionismo e Behaviorismo (Análise do Comportamento)

Quanto maior o controle, maior o contra controle; isto é uma relação interdependente. Oscilações são inevitáveis, mas não totalmente inesperadas. Os fatores envolvidos são o tempo de reação, os limiares, as contingências, a magnitude dos estímulos e as consequências. Quanto maior a percepção dos fatores, maior a probabilidade de adaptação. Dentro do paradigma de Skinner:

S- R - K'

Um estímulo produz uma determinada resposta (que avaliada isoladamente não tem maior valor), esta resposta produz uma consequência. A consequência que determinará o valor evolutivo de determinado fato (na mesma concepção de evolução de Darwin e de teoria de Reforçamento de Skinner).


Os estímulos incondionados (reflexos, etc.) são mais "previsíveis" com relação as suas consequências, os resultados podem oscilar mas os processos são bem conhecidos. Já os estímulos condicionados são mais manipuláveis. Sistemas sociais são direcionados por pessoas que discriminadamente (conscientemente) ou não conhecem esta dinâmica.


Em termos de coerção (reforço - e punição + e -) são as contingências passadas e presentes e suas consequências que determinaram o curso. Tenho isto contemplado, a probabilidade de se atingir metas (funcionais ou não) aumenta.


Mesmo assim fatores funcionais e adaptativos tenderão a se manter e os desadaptativos não, isto em um grau de proporções. Não que um determinado estímulo desadaptativo não se mantenha, mas os limiares para ele se manter serão mais distantes ("o preço será maior").


A intenção não é um reducionismo positivista da compreensão dos fenômenos. Mesmo porque, ser determinístico não quer dizer que se tenha acesso aos determinantes. Em termos práticos, prefiro uma visão holística probabilística. Cada configuração de contingências é única e é difícil identificar-las (por análise funcional por exemplo) assim como todas e suas funções (um mesmo comportamento pode ter diferentes funções). É lógico que há padrões comuns (como por exemplo estímulos incondicionados, aspectos "biológicos", astronômicos, gravidade etc...) e acredito que existem neles importantes informações a serem relevadas independente da situação. O equilíbrio entre os diversos aspectos que caracterizam a situação.


Levado isto em conta deve-se sempre saber aonde vai para saber o que e como usar e não o oposto. De novo a afirmação, o método depende do objetivo e não vice versa.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Breve História do Trabalho

O trabalho existe desde os primórdios e tem grande importância para a vida das pessoas, independentemente das formas de se realizar, da época, cultura e local analisado. Entretanto, o conteúdo, formas e consequências das atividades laborais mudam. Em seguida, se descreve brevemente o contexto laboral de distintas épocas.


Primeiramente, na escravatura, o panorama era de vasta mão de obra e os escravos que se encontravam incapacitados para o labor, eram constante e simplesmente “trocados” por outros mais fortes e saudáveis até que estes últimos também se desgastassem (métodos rudimentares de trabalho) gerando um ciclo. Os escravos (a força de trabalho) eram comprados e vendidos como mercadorias, sem ter qualquer controle sobre os meios de produção ou condições de trabalho.


Já no feudalismo, o método de trabalho era mais diversificado, a produção era artesanal e manual (ofícios), contudo havia as taxas a ser pagas ao senhor feudal, não importava como se trabalhava, importava que parte da produção tinha que ir ao dono da terra, o senhor feudal. Neste sistema cada feudo possuía autonomia para estipular suas próprias regras, leis e condições de trabalho.


Com a Revolução Industrial Inglesa se introduziram as máquinas, gerando profundas mudanças sociais, econômicas e tecnológicas, a indústria passou a ser o espaço de trabalho onde as condições laborais eram insalubres, prejudiciais aos trabalhadores (incluindo mulheres e crianças), com altas jornadas laborais, pouco descanso, atividades mecanicistas, sem direito a repouso semanal, férias, entre tantos outros fatores. A luta era pela sobrevivência laboral.


No século XX, o sistema taylorista ganhou força com a produção em massa, mecanização do trabalho, neutralização dos processos cognitivo dos operários. Dentro deste panorama, o movimento operário ganhou maior força política com preocupação referente às condições de trabalho. Em seguida ocorreram conquistas relacionadas ao direito do trabalhador, como a criação da base da medicina laboral, o reconhecimento das enfermidades profissionais, direito a férias remuneradas, previdência social etc.


Atualmente o trabalho é abordado como um processo complexo e multifacetado, afeta e é afetado pelos próprios trabalhadores, nesta lógica as mudanças que ocorrem no âmbito laboral geram mudanças na sociedade como um todo. O conteúdo do trabalho também mudou desde atividades físicas a cognitivas, tornando-se em geral mais complexo.


É perceptível a acentuada mudança da compreensão do trabalho, suas formas e relações através do tempo, em especial nos dois últimos séculos e duas últimas décadas. A representação do termo “trabalho” é cinética e uma constante é que esta representação deve sempre ser revista e analisada para a promoção do bem estar do trabalhador.

sábado, 26 de março de 2011

Saúde no Trabalho - Considerações Gerais


A origem da palavra vem do latim “tripalium”, que era um instrumento de tortura, ou seja, o trabalho era visto como algo que gera sofrimento. Porém, a representação da palavra muda no curso da historia não sendo sempre associada a eventos negativos. Fazendo uma consulta no dicionário, encontra-se trabalho como: esforço; conjunto de atividades produtivas ou criativas com um determinado fim; ação ou modo de executar uma tarefa (Houaiss, 2001). Na sociedade moderna, as relações laborais se caracterizam principalmente pelo avanço da tecnologia, crescimento do setor de serviços e pela maior preocupação com medidas (específicas e;ou coletivas) que contemplem condições salubres de trabalho.


O foco na saúde ocupacional ainda é muito recente se comparado ao tempo que foi negligenciada. Alguns dos avanços com relação a leis trabalhistas são:


-Na Europa: direito a férias remuneradas (1936), regras de higiene e segurança do trabalho (1947), redução da jornada laboral entre outras


-No Brasil: no ano de 1943, se instituíram as normas legislativas referentes aos direitos dos trabalhadores a través da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Estas normas contemplaram, por exemplo: direita a férias remuneradas, diretrizes para jornadas de trabalho, assim como outros aspectos.


Apesar destas conquistas ainda se tem muito que fazer, pois o trabalho e suas implicações são cinéticos e necessitam de constantes revisões para promover a saúde laboral.



quinta-feira, 17 de março de 2011

Estresse, Agente Estressante

O estresse tem sido um fator constante na história da humanidade, tanto em nível individual quanto social. Este termo pode ser compreendido como toda reação psicofisiológica com a finalidade de enfrentar uma determinada situação e restabelecer a homestase perdida. O que se observa com o passar do tempo é que estas manifestações são uma constante porém são causadas por estímulos e/ou situações distintas.

Um importante conceito para a compreensão do estresse é o de "agente estressante", isto é, aquilo que rompe a homeostase (equilíbrio) de um sujeito, seja física ou psicologicamente. A consequência do agente estressante é o estresse que não é necessariamente negativo, também pode ser positivo. Na situação positiva, tem-se o eustresse, que ocorre quando o estressor é desejável, é algo pelo qual se almeja apesar dos custos. Isto é, de acordo com os próprios interesses e motivações. Por outro lado o agente estressante é mais conhecido como algo negativo que pode comprometer em diferentes níveis a saúde de um indivíduo, independentemente de sua vontade, tendo função desadaptativa e consequências negativas para o mesmo.

Alguns exemplos de agentes estressantes são: excesso quantitativo ou qualitativo de trabalho, problemas de saúde, de relacionamento interpessoal, de saúde,... Importante ressaltar que cada pessoa tem uma forma de agir de acordo com si mesma, com os estressores (intensidade, frequência) e com outras contingências; assim uma mesma pessoa frente aos mesmos estressores, em diferentes momentos, poderá ter diferentes limiares de resiliência, tempo de reação e recuperação do estresse. Com isso, um estímulo que em determinado momento da vida é inócuo, em outro pode se tornar um agente estressor.

Algumas das possibilidades para se adaptar melhor aos agentes estressantes são: prática de esportes, alimentação balanceada, ter relações interpessoais saudáveis, hobbies assim como toda e qualquer prática que tenha como finalidade a promoção da saúde e bem estar.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Saúde, Contingências e Consequências

Saúde não é algo abstrato, ou apenas uma palavra. Saúde se constrói diariamente com comportamentos e atitudes saudáveis (dentro de uma perspectiva holística, somática, integrada).

Não adianta dar toda a água que uma planta necessita durante uma vida de uma vez pois a planta não absorverá tamanha quantidade que inclusive possivelmente será dissipada e até mesmo prejudicial. Também não adianta regar de uma vez retroativamente a água negligenciada durante determinado período (as vezes as consequências positivas e negativas são reversíveis, as vezes não).

Cada tempo tem seu equilíbrio (mas as bases são as mesmas), há tempos de chuva, há tempos de seca. É necessário identificar constantemente as contingências.

Qualidade de vida é o segredo para o bem-estar (promoção de fatores positivos) e para resiliência física e psicológica (diminuição da magnitude dos negativos como doenças físicas e traumas psicológicos). O autoconhecimento é uma forma de identificar e promover a qualidade de vida de acordo com cada contexto, pessoa, tempo ou situação.

Um mesmo e determinado peso "X", estímulo aversivo, dependendo das contingências (bio-filogênese, psico-ontogênese, culturais e situacionais) irá acarretar em consequências maiores ou menores nos indivíduos dependendo do estado de saúde (tendo como referência o conceito de saúde adotado pela Organização Mundial da Saúde, 1946) torna-se:

X- menos aversivo quando há maior saúde (S+)
X+ mais aversivo quando há S-

Categorizações, Adaptações e Percepções

Epifanias podem ser alcançadas tanto de formas indutivas quanto dedutivas, dependo do fenômeno, ponto de partida, ponto de chegada e abordagem. De todas as formas, ambas em última instância convergem para um ponto comum. Categorizamos fatos para facilitar a comunicação, didática e compreensão. Os fenômenos não são relativos, "são o que são", mas isto não ganha significado prático. Categorizações devem ser funcionais no sentido didático; o importante não é focar o rótulo, mas suas contingências e funções. Algum determinado fato por ser "verdade" não quer dizer que seja funcional. As óticas e as funções que são, um mesmo fenômeno pode ser comunicado diferentemente e ter diferentes consequências (o método depende dos objetivos). Em termos objetivos e independentemente de juízos de valores (que são contingências que também devem ser levadas em questão). Uma "verdade" em um momento errado ou expressa de forma errada pode ser mais disfuncional que uma mentira adequada (funcional). Parece que tem que haver um equilíbrio que nos rege mesmo sem compreendermos seu real significado; um impulso que desconhecemos mas que mesmo assim age e tem uma função reguladora que tem como referência o equílibrio (por exemplo: equilíbrio entre dois pólos como o + ou - ou entre a grandeza e a fragilidade da vida...), a homoestase, mas não que isto seja uma realidade, mas uma linha norteadora.